segunda-feira, 4 de julho de 2011

"Odiava quando me tentavam obrigar a assumir-me"

http://www.dn.pt/inicio/pessoas/interior.aspx?content_id=1896667



Ricky Martin apresenta aos europeus uma tournée cheia de ritmo e erotismo. O cantor, que já actuou em Lisboa, passa agora por Londres. Na antecipação ao concerto em terras britânicas, Martin falou com a imprensa do país e não fugiu às questões sobre a sua vida pessoal.

Admite que se sente mais feliz desde que assumiu a homossexualidade, mas diz que, antes de ter ganho coragem para tal, odiava quando o tentavam obrigar a sair do armário.

"Para a sua primeira entrevista a um jornal britânico desde o seu anúncio, encontramo-nos na suite de um hotel em Madrid, onde em que ele é quente e aberto, só abraços, tal como é todo o seu grupo de apoio formado por família e amigos de longa data. Quando questionado se se sente tão eufórico como se sentia quando escreveu o livro [autobiografia], ele estende-se no sofá e começa a passar constantemente as mãos pelo peito. É a pessoa fisicamente mais expansiva que alguma vez entrevistei", descreve a repórter do The Guardian.

O cantor responde que se sente "mais livre" e em contacto com ele próprio. E repentinamente adopta um ar mais sério para garantir que se sente protegido, que não se sente só e que tem sido apoiado por uma "comunidade fantástica" de LGBT (Lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais) e simpatizantes.

Durante anos Ricky Martin foi visado por rumores sobre a sua sexualidade, que se transformaram em perguntas e insinuações por parte da imprensa. O The Guardian lembra o incidente no qual a veterana jornalista Barbara Walters, numa entrevista há 11 anos para um especial sobre Óscares, importunou o cantor ao pressioná-lo a comentar os rumores. Walters admitiu entretanto que as perguntas foram "inapropriadas" e que aquele foi o pior momento em três décadas de entrevistas. E foi mais uma situação que teve o efeito contrário ao desejado, admite Ricky Martin: "Odiava quando as pessoas me tentavam obrigar a assumir-me quando ainda não estava preparado. Era bastante doloroso e até me afastava mais desse momento."


http://www.dn.pt/inicio/pessoas/interior.aspx?content_id=1896667

sábado, 2 de julho de 2011

Astro de "Glee" participa de campanha contra homofobia; assista o vídeo

http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/famosos/2011/07/01/278777-astro-de-glee-participa-de-campanha-contra-homofobia-assista-o-video


Cory Monteith: hétero bem resolvido

Em um mundo que parece dividido entre heterossexuais e gays como se fossem inimigos, uma campanha contra a homofobia chamou héteros bem resolvidos para gravarem vídeos dizendo que não importa o que você é, o que importa é você ser alguma coisa. Um dos convidados da Straight But Not Narrow [Hétero Mas Não Limitado] foi o astro da série Glee, Cory Monteith, que deu seu recado e apoio aos amigos gays.

"Talvez você goste de jogar futebol, talvez você goste de cantar e dançar. Talvez você goste dos dois. Talvez você não goste de nenhum dos dois. Não importa. Basta ser você mesmo. Basta ser você, porque isso é o suficiente para mim. Estamos conversando com caras sobre caras que gostam de caras", diz o intérprete de Finn Hudson no seriado.

Veja o vídeo:



http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/famosos/2011/07/01/278777-astro-de-glee-participa-de-campanha-contra-homofobia-assista-o-video

Viral video shows the impact of homophobia

http://ohnotheydidnt.livejournal.com/60719747.html

A viral video by charity Albert Kennedy Trust (AKT) is raising awareness of the devastating impact homophobia can have. The film shows gay celebrities as people facing abuse, harassment, drug addiction and homelessness because of their sexual orientation.

Stars including Sir Ian McKellen and Sue Perkins are shown sleeping rough and begging for change in the hard-hitting clip, which says that gay people who lack support can find their lives turned upside down. Paul O’Grady, Hollyoaks actor Kieron Richardson and Byker Grove star Andrew Hayden-Smith also appear in the film.

The charity was founded in 1989 after the death of gay teenager Albert Kennedy, who jumped to his death while being chased by a homophobic gang. Albert was in social care and the charity works to provide support and safe spaces for LGBT youths at risk of homelessness.

Sir Ian said: “I’ve been a supporter of the Albert Kennedy Trust since it was founded. It’s an inspiring story and it’s one of those charities that you can explain in one sentence and everybody gets it. It’s just depressing that 25 years on there is more need for the trust than ever.”

Perkins added: “We live in a really fortunate corner of the world – we’re affluent and we’re lucky, and for people to still suffer because of the prejudice of some is unforgivable so I thought it was something that was important to be involved in.” This is the first campaign by the AKT and a spokesman for the charity said that all of those involved had given their time for free. While the video is a viral campaign for now, AKT executives are looking into the possibility of broadcasting it.





http://ohnotheydidnt.livejournal.com/60719747.html

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Ser surdo e gay é ser alvo maior do preconceito revela estudo

http://www.athosgls.com.br/noticias_visualiza.php?contcod=31559

Se para um adolescente, ser gay já é motivo para conflito na família e na escola, ser surdo e gay é ser alvo maior do preconceito. A conclusão está na tese do estudante André Gonçalves da Silva, aluno da Pós-Graduação em Educação Especial da FUNESO, em Olinda.

O estudo chamado de "Desejos e afetividades que não querem calar: o grupo LGBT Surdos de Pernambuco" identificou qual o grau de preconceito que sofrem os surdos gays e apontou soluções em políticas públicas, para que, a partir da escola, e da ação dos professores, essas pessoas sejam respeitadas.

"A partir dos dados analisados, observamos que os discursos homofóbicos dão sustentatibilidade para a existência dos discursos surdofóbicos no contexto familiar e escolar, provocando assim a exclusão do surdo" explica André.

A pesquisa identificou também outro tipo de preconceito, aquele que parte de homossexuais contra os surdos gays. "Igualmente, foi observado que a surdez tem sido fator condicionante para existir homofobia por parte de LGBTs ouvintes contra os LGBTs surdos, o que implica numa guetização mais ampliada desses sujeitos" alerta o pesquisador.

O resultado do trabalho será apresentado no dia 5 de julho, às 9 horas, na Funeso, em Olinda.

da Redação do Toda Forma de Amor

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